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Osteopatia

O que é?
 

A ciência e arte do reequilíbrio do corpo.


A Osteopatia reconhece que o nosso corpo possui a capacidade de se auto-restabelecer. Em presença de uma disfunção, a reacção do organismo é iniciar um processo de tratamento espontâneo, que não depende da vontade ou da consciência da pessoa. O osteopata amplifica, estimula e facilita a acção destes processos, potenciando o poder auto-terapêutico do organismo, de uma forma natural, eficaz e benéfica.


A Osteopatia pode definir-se, assim, como um sistema de Terapia Manual que utiliza o próprio movimento do corpo humano para ajudar a restabelecer e manter o seu normal funcionamento, de forma que este tenha uma maior capacidade de se "curar a si mesmo'" de qualquer tensão, traumatismo, etc.

 

Esta abordagem manual pode ser aplicada num vasto número de situações que envolvam o sistema muscular, articular, neurológico, entre outros.

 

A aplicação rigorosa de conhecimentos científicos de anatomia e fisiologia faz da osteopatia uma ciência. Mas a exímia aplicação de uma série de princípios osteopáticos que dependem da experiência e sensibilidade do osteopata também faz dela uma arte.

 

Seja qual for a causa da condição há sempre algo em que a Osteopatia pode ser útil!

O que pode fazer por si?
 

Mais do que tratar sintomas, compreender as causas.


A Osteopatia é especialmente vocacionada para quem deseja uma abordagem global, manual, personalizada e centrada na pessoa.

 

O seu princípio básico é o de que o corpo funciona como um todo, pelo que necessita de um equilíbrio global. Se lhe facultarmos o ambiente e condições adequadas, internas e externas, o corpo terá a capacidade para ultrapassar situações de mal-estar resultantes de pressões acumuladas do dia-a-dia ou de disfunções de origem variada a nível da postura, traumatismos, etc.


O tratamento por Osteopatia é suave, sem dor e não utiliza qualquer medicamento ou equipamento eléctrico, pois é puramente manual. Realizado em ambiente tranquilo e confortável, obedece a um plano de intervenção individual, elaborado em parceria com o paciente, e inclui ainda uma vertente de aconselhamento.


A dose terapêutica - intensidade e frequência dos tratamentos - depende da avaliação do clínico, da evolução da condição e da reacção da pessoa ao tratamento. Uma periodicidade semanal é, na maioria das vezes, a opção mais comum, dando assim tempo ao organismo para se adaptar às alterações que foram induzidas com o tratamento sem deixar alargar demasiado o intervalo para que este perca a sua eficácia. Como cada sessão é personalizada, o tratamento é extremamente específico, logo, mais adequado, eficaz e célere.

 

A Osteopatia actua em diversos campos e em todas as idades:

 

As alterações funcionais no aparelho neuro-músculo-esquelético, constituído por diversas estruturas e tecidos, como músculos, tendões, nervos, ligamentos, aponevroses, podem manifestar-se por dores, falta de mobilidade, etc. A Osteopatia procura e corrige estas alterações.

 

Assim, o tratamento osteopático pode ser utilizado tanto como uma forma de reequilibrar e afinar essas estruturas mecânicas, como para atender a uma queixa específica.

 

  • Recuperação de lesões, de qualquer tipo, decorrentes do trabalho ou desporto, como entorses, tendinites, etc;

  • Diminuição dos efeitos adversos de patologias crónicas ou temporárias, como artrites, problemas discais, condições próprias do envelhecimento, etc.;

  • Reabilitação do sistema neuro-muscular;

  • Condições pré e pós-cirúrgicas;

  • Prevenção de lesões e de problemas posturais;

  • Aconselhamento.

 

A Osteopatia não é a solução para todos os problemas físicos. Mas é, sem dúvida, uma hipótese a considerar em muitos casos.

Osteopatia Craniana

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A osteopatia craniana desenvolveu-se a partir dos anos 30 do século passado, quando o osteopata americano William Garner Sutherland, que dedicou mais de 30 anos ao estudo da anatomia craniana, demonstrou a existência de mobilidade nos ossos do crânio tanto da criança como do adulto. A manipulação suave destas estruturas parece beneficiar a circulação e estimular o mecanismo terapêutico do organismo, melhorando diversos problemas de saúde.

Osteopatia Visceral

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Ramo da Osteopatia que se dedica a explorar as tensões relacionadas com o funcionamento de órgãos internos e estruturas associadas, com o objectivo de melhorar o movimento geral, minimizar impedimentos para uma melhor função e permitir que actuem os mecanismos de ‘auto-cura' e ‘auto-regulação' levando a uma funcionalidade optimizada.


Estas tensões podem estar presentes mesmo quando não há quaisquer sintomas relacionados com o deficiente funcionamento de órgãos internos. Tal como acontece com o sistema músculo-esquelético, cujas tensões ou perturbações do bom equilíbrio nem sempre são sintomáticas.

A inter-relação entre os problemas músculo-esqueléticos e viscerais é de tal forma próxima que é possível quase sempre encontrar componentes dos dois na mesma condição clínica.


Quando se está perante uma doença sistémica já diagnosticada, como doenças do sistema digestivo, urinário ou cardio-respiratório, o objectivo do osteopata é promover e amplificar os mecanismos naturais de defesa do organismo e contribuir para a minimização das consequências das próprias doenças.

Osteopatia Pediátrica

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Procura-se identificar assimetrias, tensões ou alterações físicas dos bebés e crianças. Estas podem ser decorrentes da gravidez ou parto, podem ser consequência de acidentes ou simplesmente resultantes do crescimento normal.Estas alterações, na forma de tensões musculares ou assimetrias articulares, podem ser responsáveis pela perturbação da função correcta do corpo, levando a problemas clínicos importantes, como alterações da postura, no desenvolvimento neuro-musculo-esquelético, etc.


Durante o tratamento, o osteopata procura promover na criança os mecanismos naturais de ‘auto-cura' e assim ajudar o seu sistema a ter meios mais eficientes para se defender. Por outro lado, procura-se minimizar os efeitos nocivos da doença e as consequências no seu desenvolvimento futuro.